A proposta do EDP VI é montar um instrumento didático para ser aplicado e avaliado na escola que envolvesse os conteúdos de paleontologia, genética e ecologia.Pensamos então em montar um jornal, que envolvesse esses três conteúdos de uma maneira mais divertida e de fácil entendimento e que chamasse a atenção do aluno.
O Jornal geralmente é pouco lido pelos estudantes, por ser algo que não chama a atenção e dificilmente tem conteúdos que desperto o interesse, por isso pensamos que montando esse jornal diferente, pudesse ajudar a motivar o aluno à leitura.
Nele colocamos notícias que mais chamaram a atenção na mídia nas três áreas estudadas, colocamos caderno de viagem com lugares para ser visitados para conhecer de perto cada área, uma parte com filmes relacionados com cada conteúdo, jogos, horóscopo e tirinhas divertidas e o aluno ao mesmo tempo que aprende também se diverte.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Caderno de entretenimento
Jogos
Nesta página você poderá por em prática todos os conhecimentos adquiridos nos cadernos anteriores, e se divertir com vários jogos.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Tirinhas de Paleontologia
No nosso Jornal Folha Ciência terá tirinhas que se relacionam com os temas abordados.
imagens retiradas do endereço eletrônico :<http://www.cbpf.br/~eduhq/html/tirinhas/tirinhas_assunto/paleontologia/paleontologia.php>
Caderno de noticias
Paleontólogos desvendam criatura associada ao Monstro do Lago Ness.

Fama de monstro, coração de mãe. Em síntese, esse é o retrato que uma dupla de paleontólogos traçou ao analisar um fóssil único: o de uma fêmea de plesiossauro grávida, com 80 milhões de anos.
A reputação dos plesiossauros anda manchada desde que esses répteis marinhos da Era dos Dinossauros foram associados ao célebre Monstro do Lago Ness, na Escócia. Faz quase um século que quem acredita na existência do bicho aposta que se trata de uma espécie sobrevivente de plesiossauro.
Ninguém nunca provou que Nessie (como o monstro é conhecido) existe mesmo, mas o fóssil estudado pelo argentino Luis Chiappe, do Museu de História Natural de Los Angeles, e Frank O'Keefe, da Universidade Marshall (EUA), mostra que o bicho estava mais para uma baleia do que para um lagarto quando o assunto era ter bebês.
Até hoje, ninguém tinha muita certeza sobre o método reprodutivo adotado pelos plesiossauros. É verdade que os mares da época em que ele viveu estavam cheios de répteis que não botavam ovos e davam à luz seus filhotes dentro d'água, mas faltavam dados diretos sobre os bichos no registro fóssil.
DO BAÚ
Chiappe e O'Keefe mudaram isso ao resgatar da gaveta um esqueleto descoberto em 1987, no Estado americano do Kansas, mas nunca estudado. O exemplar de Polycotylus latippinus, que teria medido cinco metros quando vivo, estava misturado a uma estranha maçaroca de ossos menores e mais delicados.
Ocorre que esses ossos estavam posicionados "por dentro" do esqueleto principal. Embora a anatomia deles deixe claro que se trata da mesma espécie do bicho maior, o fóssil mais modesto está cheio de cartilagens e possui proporções do corpo que são típicas de um feto.
De quebra, não há sinais de que tenha sido devorado pelo grandalhão, o que faz com que a hipótese de gravidez seja a mais provável. Mais importante ainda, o bebê é grandalhão.
Ele e a mãe morreram antes do fim da gestação, mas os paleontólogos calculam que ele teria alcançado entre 35% e 50% do comprimento da genitora se tivesse nascido.
Essa proporção é fora de série mesmo entre os répteis aquáticos da Era dos Dinos. Mas bate com o que se vê entre bichos como orcas e outros mamíferos aquáticos de grande porte, por exemplo.
Dar à luz bebês grandalhões costuma ser uma estratégia evolutiva típica de espécies que investem muita energia nos filhos, cuidam muito deles mesmo depois do nascimento e formam grupos sociais grandes e estáveis.
Por isso mesmo, o estudo, que está na revista especializada "Science", aposta que o estilo de vida dos plesiossauros (ao menos no caso da espécie estudada) era surpreendentemente parecido com o de baleias, golfinhos "e outros mamíferos marinhos altamente sociais".
A reputação dos plesiossauros anda manchada desde que esses répteis marinhos da Era dos Dinossauros foram associados ao célebre Monstro do Lago Ness, na Escócia. Faz quase um século que quem acredita na existência do bicho aposta que se trata de uma espécie sobrevivente de plesiossauro.
Ninguém nunca provou que Nessie (como o monstro é conhecido) existe mesmo, mas o fóssil estudado pelo argentino Luis Chiappe, do Museu de História Natural de Los Angeles, e Frank O'Keefe, da Universidade Marshall (EUA), mostra que o bicho estava mais para uma baleia do que para um lagarto quando o assunto era ter bebês.
Até hoje, ninguém tinha muita certeza sobre o método reprodutivo adotado pelos plesiossauros. É verdade que os mares da época em que ele viveu estavam cheios de répteis que não botavam ovos e davam à luz seus filhotes dentro d'água, mas faltavam dados diretos sobre os bichos no registro fóssil.
DO BAÚ
Chiappe e O'Keefe mudaram isso ao resgatar da gaveta um esqueleto descoberto em 1987, no Estado americano do Kansas, mas nunca estudado. O exemplar de Polycotylus latippinus, que teria medido cinco metros quando vivo, estava misturado a uma estranha maçaroca de ossos menores e mais delicados.
Ocorre que esses ossos estavam posicionados "por dentro" do esqueleto principal. Embora a anatomia deles deixe claro que se trata da mesma espécie do bicho maior, o fóssil mais modesto está cheio de cartilagens e possui proporções do corpo que são típicas de um feto.
De quebra, não há sinais de que tenha sido devorado pelo grandalhão, o que faz com que a hipótese de gravidez seja a mais provável. Mais importante ainda, o bebê é grandalhão.
Ele e a mãe morreram antes do fim da gestação, mas os paleontólogos calculam que ele teria alcançado entre 35% e 50% do comprimento da genitora se tivesse nascido.
Essa proporção é fora de série mesmo entre os répteis aquáticos da Era dos Dinos. Mas bate com o que se vê entre bichos como orcas e outros mamíferos aquáticos de grande porte, por exemplo.
Dar à luz bebês grandalhões costuma ser uma estratégia evolutiva típica de espécies que investem muita energia nos filhos, cuidam muito deles mesmo depois do nascimento e formam grupos sociais grandes e estáveis.
Por isso mesmo, o estudo, que está na revista especializada "Science", aposta que o estilo de vida dos plesiossauros (ao menos no caso da espécie estudada) era surpreendentemente parecido com o de baleias, golfinhos "e outros mamíferos marinhos altamente sociais".
Reinaldo José Lopes
Editor de ciência e saúde da folha.com
Editor de ciência e saúde da folha.com
Caderno de entretenimento
FILMES
Aqui fica dica de filmes que você pode assistir pra ficar por dentro do assunto.
É só levar a pipoca e o refri e se divertir!!!!!
Jurassic Park" leva você a uma remota ilha onde um impressionante parque temático habitado por dinossauros vivos está prestes a se tornar mortal, enquanto cinco pessoas devem lutar pela sobrevivência entre predadores pré-históricos.
Aqui fica dica de filmes que você pode assistir pra ficar por dentro do assunto.
É só levar a pipoca e o refri e se divertir!!!!!
FANTASIA- DISNEY
Fantasia
Sagração da Primavera de Igor Stravinsky
É como uma explicação científica da evolução da vida na Terra desde os primeiros seres microscópicos aos gigantescos dinossauros. é um filme de animação de longa-metragem, considerado um clássico, produzido pelos estúdios Disney em 1940. O filme consiste basicamente de oito segmentos animados, acompanhados de música clássica de grandes mestres.
É como uma explicação científica da evolução da vida na Terra desde os primeiros seres microscópicos aos gigantescos dinossauros. é um filme de animação de longa-metragem, considerado um clássico, produzido pelos estúdios Disney em 1940. O filme consiste basicamente de oito segmentos animados, acompanhados de música clássica de grandes mestres.
JURASSIC PARK
Em busca do vale encantado
É uma aventura pré-histórica de cinco jovens de dinossauros que são amigos, seus nome são: Littlefoot, Saura, Espora, Patassaura e Petrúcio. Na distante época dos vulcões e perigosos terremotos, um jovem brontossauro chamado Littlefoot é repentinamente deixado sozinho. Saindo à procura do lendário Vale Encantado, ele encontra quatro outros jovens dinossauros que concordam em acompanha-los em sua jornada. Numa ousada aventura para cruzar uma paisagem cheia de perigos, o bravo grupo encontra predadores famintos e desafios assustadores, enquanto aprende novas lições de vida e a importância do trabalho em equipe.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Caderno de entretenimento
Passeios
PEIRÓPOLIS
Peirópolis um vilarejo localizado à 20 km de Uberaba sentido a BH na BR 262. é considerado a terra dos dinossauros, por concentrar quantidades enormes de fósseis de animais que habitavam há milhões de anos atrás. A descoberta de fósseis no lugarejo foi ainda no início do século com a construção da ferrovia pelos ingleses. O museu paleontológico de Peirópolis, foi montado na antiga estação ferroviária que ligava a cidade de Uberaba a conquista e cidades vizinhas. Em épocas passadas este transporte era muito importante para o escoamento das mercadorias produzidas naquela região. Com o passar do tempo, a velha estação ferroviária dá lugar a um espaço cultural, revivendo os velhos moradores do passado, que bravamente habitavam esta região. Na exposição, fósseis que datam entre 65 e 72 milhões de anos, deixando a cabeça dos homens mais intrigada sobre a existência destes lagartos terríveis.
Com a criação do museu, toda comunidade foi sensibilizada, sendo para algumas famílias a oportunidade de melhoria de vida através dos empregos gerados.
Peirópolis com uma comunidade modesta, mas objetivada no futuro, caminha a passos largos para adequar o turismo rural na linha do turismo moderno, capaz de atender bem todos os turistas que nos visite.
Peirópolis é terra abençoada, lugar de tranquilidade e paz interior. Venha sentir este clima e renovar suas energias.
Locais de visita em Peirópolis:
Em Peirópolis reina a paz que você procura. Cachoeiras, trilhas, o Museu dos Dinossauros, pousadas, restaurante, lanchonete, enfim, um lugar onde você esquece todos os problemas.
Visite Peirópolis e fique encantado com a Terra dos Dinossauros.
Visite Peirópolis e fique encantado com a Terra dos Dinossauros.
MUSEU DE PALEONTOLOGIA DE MONTE ALTO
O Museu de Paleontologia de Monte Alto é um dos mais importantes espaços voltados à conservação e exposição de fósseis do Brasil. Localiza-se na cidade de Monte Alto, no interior do estado de São Paulo, ocupando uma área de 400 metros quadrados no interior do Centro Cívico e Cultural Dr.. Elias Bahdur. O museu, inaugurado em 22 de julho de 1922, é mantido pela prefeitura de Monte Alto e possui convênios de cooperação científica com a Universidade Estadual Paulista e com a Universidade Federal do Rio de Janeiro.
O museu possui um acervo composto por aproximadamente 1.300 exemplares de fósseis de repteis e de outros animais pré- históricos, a maior parte proveniente de escavações realizadas na região, assentada sobre rochas sedimentares do periodo Cretáceo Superior. Conta com laboratório de conservação e restauro e com uma biblioteca especializada.
Horóscopo científico
Genes de 22/07 a 22/08: Nesse mês você se torna um seguimento da molécula de DNA que contém uma informação gênica codificada para a síntese de uma proteína, então divirta-se.
Espécie de 21/3 a 20/4: Nesse mês você e seus amigos se tornam um conjunto de organismos semelhantes, capazes de se cruzar em condições naturais, produzindo descendentes férteis, portanto previna-se.
Moldagem de 22/12 a 20/1:Nesse mês as partes duras dos organismos acabam por desaparecer deixando nas rochas as suas marcas (impressões). Você deixará a sua marca por onde passar nesse mês por isso cultive amizades.
Espécie de 21/3 a 20/4: Nesse mês você e seus amigos se tornam um conjunto de organismos semelhantes, capazes de se cruzar em condições naturais, produzindo descendentes férteis, portanto previna-se.
Fósseis de 21/4 a 20/5:Você que é de fóssil são restos de seres vivos ou vestígios de atividades biológicas preservados nos sistemas naturais. Entende-se por "sistemas naturais" aqueles contextos em que o processo de preservação não resulta da ação antrópica, podendo o fóssil ser preservado em sedimentos,rochas, gelo, piche, âmbar, solos, cavernas etc. Preservam-se os moldes do corpo ou partes do próprio ser vivo, seus rastros e pegadas, por isso exclua os vestígios do passado de sua vida e siga ruma ao futuro.
Cromossomo de 21/5 a 20/06:Nesse mês cada um dos longos filamentos presentes no núcleo das células eucarióticas, são constituídos basicamente por DNA e proteínas, ou seja você é fundamental para a manutenção da vida.
Habitat de 23/09 a 22/10: Você que é de habitat preserve o local onde vive determina espécie.
Moldagem de 22/12 a 20/1:Nesse mês as partes duras dos organismos acabam por desaparecer deixando nas rochas as suas marcas (impressões). Você deixará a sua marca por onde passar nesse mês por isso cultive amizades.
DNAde 21/06 a 21/07: Você é umAcido nucléico formado por 2 fitas de nucleotídeos unidas por pontes de hidrogênio, a você precisa de uma pessoa ao seu lado cuide disso, pois você precisa sofrer replicação.
Nicho ecológico de 23/10 a 22/11: Conjunto de atividades que a espécie desempenha em seu habitat (modo de vida alimentar, reprodutivo), nesse mês saia mais conheça seu habitat onde vive e procure participar mais dele.
Conservação de 21/1 a 19/2: O material original do ser vivo conserva-se parcial ou totalmente nas rochas ou em outros materiais, você de conservação nesse mês estará mais conservado, mais pode haver mudanças no inicio do mês.
RNA de 23/08 a 22/9: Você é um polímero de nucleotídeos, geralmente em cadeia simples possui ribose que é um açúcar, por isso nesse mês você estará mais doce com as pessoas em sua volta principalmente na família.
Cadeia Alimentar de 23/11 a 21/12: Sequência linear de alimentação em que os produtores servem de alimento para os consumidores primários, estes para os secundários e assim por diante, até atingir o nível dos decompositores, por isso tome cuidado no trabalho pois a competição pode ser maior no final desse mês
Fóssil vivo" de 20/2 a 20/3: É uma expressão utilizada informalmente para qualificar organismos de grupos biológicos atuais que são morfologicamente muito similares a organismos dos quais há conhecimento apenas do registo fóssil. Frequentemente, os "fósseis vivos" pertencem a grupos biológicos que no passado geológico da Terra foram muito mais abundantes e diversificados que atualmente, você que é deste mês está sofrendo um abandono, antes você erra mais presente agora esta sendo deixada de lado pelos amigos.
Capa do Jornal
Mega dinossauro brasileiro
Na maior escavação já feita no país, cientistasdescobrem um dos últimos dinossauros do Brasil
Dolly o clone
Como foi realizado o processo de clonagem da ovelha Dolly?
Como o aquecimento global vai afetar o Brasil?
E que medidas o país precisa adotar agora para amenizar os impactos negativos das mudanças climáticas
Como será seu dia hoje no nosso horóscopo científico?
Saiba como será seu dia baseado na paleontologia na genética e na ecologia.
Histórias em quadrinhos divertidas.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Cadernos do jornal
Mega dinossauro brasileiro
Pesquisadores brasileiros e estrangeiros descobriram, em Uberaba, Minas Gerais, fósseis de uma nova espécie de dinossauro, que viveu há cerca de 65 milhões de anos: o Uberabatitan ribeiroi. Na maior escavação já feita no Brasil em busca de um animal pré-histórico, com duração de três anos, centenas de ossos foram encontrados, o que ajudou os cientistas a reconstituir a espécie e trazer à tona muitas revelações.
Considerado pelos pesquisadores o elo que faltava para explicar a história de vida na Terra e de como era o território brasileiro há milhões de anos, o Uberabatitan ribeiroi é uma das últimas espécies de dinossauro a habitar o Brasil. “Na época em que ele viveu, a Terra passava por bruscas mudanças ambientais, que conduziram à extinção dos dinossauros”, conta o paleontólogo Ismar de Souza Carvalho, do Departamento de Geologia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, especialista no estudo de formas de vida do passado e um dos responsáveis pelas escavações e pela descrição da nova espécie.
Considerado pelos pesquisadores o elo que faltava para explicar a história de vida na Terra e de como era o território brasileiro há milhões de anos, o Uberabatitan ribeiroi é uma das últimas espécies de dinossauro a habitar o Brasil. “Na época em que ele viveu, a Terra passava por bruscas mudanças ambientais, que conduziram à extinção dos dinossauros”, conta o paleontólogo Ismar de Souza Carvalho, do Departamento de Geologia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, especialista no estudo de formas de vida do passado e um dos responsáveis pelas escavações e pela descrição da nova espécie.
O Uberabatitan ribeiroi era um titanossauro: um tipo de dinossauro que deu origem a uma família de gigantes do período Cretáceo, que viveram entre 80 e 65 milhões de anos atrás e foram os maiores dinossauros que habitaram o Brasil. Titanossauros como o Uberabatitan ribeiroi tinham quatro membros e eram herbívoros: com o auxílio de seu longo pescoço, se alimentavam das folhas dos topos das árvores. Eles chegavam a atingir cinco metros de altura, vinte de comprimento e a pesar entre dez e dezesseis toneladas.
Na escavação do Uberabatitan ribeiroi, centenas de fósseis foram encontrados entre trezentas toneladas de rochas. Mais de trinta e sete ossos originais da espécie foram achados, além de fósseis de outra espécie importante, um dinossauro carnívoro chamado Abelissauro, que pela primeira vez foi registrado no Brasil.
Mas como os cientistas, a partir dos ossos, conseguem saber como era o dinossauro que viveu no passado? Montar esse quebra-cabeça não é tarefa fácil. Por isso, muitas pessoas foram envolvidas. Profissionais de informática, por exemplo, reconstituíram, no computador, os ossos que não foram encontrados, para que, assim, fosse possível saber como era o esqueleto completo do Uberabatitan ribeiroi. Técnicos especializados também fizeram cópias dos ossos originais para montar uma reconstituição do dinossauro, que você pode conferir de perto, caso more no Rio de Janeiro.
Do alto dos seus três metros e meio de altura, o Uberabatitan ribeiroi está exposto até o dia 24 de outubro de 2008 na Casa da Ciência, instituição ligada à Universidade Federal do Rio de Janeiro (saiba mais detalhes lendo o quadro a seguir). Depois, segue para o Museu dos Dinossauros, localizado em Peirópolis, Minas Gerais. Seja na Cidade Maravilhosa ou no interior mineiro, não perca a oportunidade de ver esse exemplar fantástico da vida pré-histórica do nosso planeta!
Mas como os cientistas, a partir dos ossos, conseguem saber como era o dinossauro que viveu no passado? Montar esse quebra-cabeça não é tarefa fácil. Por isso, muitas pessoas foram envolvidas. Profissionais de informática, por exemplo, reconstituíram, no computador, os ossos que não foram encontrados, para que, assim, fosse possível saber como era o esqueleto completo do Uberabatitan ribeiroi. Técnicos especializados também fizeram cópias dos ossos originais para montar uma reconstituição do dinossauro, que você pode conferir de perto, caso more no Rio de Janeiro.
Do alto dos seus três metros e meio de altura, o Uberabatitan ribeiroi está exposto até o dia 24 de outubro de 2008 na Casa da Ciência, instituição ligada à Universidade Federal do Rio de Janeiro (saiba mais detalhes lendo o quadro a seguir). Depois, segue para o Museu dos Dinossauros, localizado em Peirópolis, Minas Gerais. Seja na Cidade Maravilhosa ou no interior mineiro, não perca a oportunidade de ver esse exemplar fantástico da vida pré-histórica do nosso planeta!
Instituto Ciência Hoje/RJ.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Folha Ciência
Na nossa disciplina de EDP VI foi proposto um projeto que englobasse três conteúdos Ecologia, Genética e Paleontologia, de forma interativa e motivadora. Nós escolhemos a elaboração de um jornal escrito.
Nesse jornal abordaremos notícias atuais que chamaram mais a atenção do mundo nas áreas de:
****Genética (clonagem, fertilização invitro, câncer)
****Ecologia (sustentabilidade, biodiversidade)
****Paleontologia( Peirópolis, Uberabatitan)
Folha ciência
Caderno de noticias
Caderno de entretenimento (filmes, , passeios…)
Caderno profissão em alta
Caderno de curiosidades
Jogos abordando cada tema com palavras cruzadas, histórias em quadrinhos e muito mais...
Aguardem os próximos capitulos!!!
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